segunda-feira, 3 de julho de 2017

Cultura Tupi-Guarani

 Yasmin ,  Rayane


O termo tupi-guarani é designado para definir uma das dez famílias linguísticas do tronco tupi.
Os demais troncos linguísticos identificados no Brasil são o tronco Jê e Arauak, dos quais derivam o conjunto de línguas dos povos indígenas que habitavam o Brasil na chegada dos colonizadores portugueses.
Tupi originou-se da língua Tupinambá, que foi incorporada pelos colonizadores e missionários, sendo adotada como Língua Geral do Brasil.
O guarani é falado ainda nos dias de hoje pelos povos guarani, ñhandeva e guarani-m'byá.
Hoje, os índios brasileiros ainda compartilham 150 línguas e dialetos e parte do repertório que já foi incorporado pelo português, como mandioca, Curitiba, Aquidauana, Iguaçu, tapioca, entre outros. Antes da chegada da esquadra de Pedro Álvares Cabral havia ao menos mil.
Mantendo sua língua, seus costumes e organização social, os povos indígenas do Brasil são denominados nações e não tribos, uma denominação popularesca e incorreta. Há semelhanças entre os muitos povos, mas as diferenças sobressaem.

Cultura

A cultura indígena engloba a língua, a organização social e política, seus rituais, seus mitos, arte, habitação, cosmologia e forma de relacionar-se com o meio ambiente.
  povo Aimoré                                                                       Os principais representantes do ramo tapuia habitavam uma faixa de terra paralela ao litoral, do rio São Francisco ao cabo Frio.
Em lutas contínuas com os tupinambás e os tupiniquins foram, depois de rechaçados, obrigados a emigrar para o sertão.
Os aimorés não deram tréguas aos colonizadores das capitanias de Ilhéus e Porto Seguro.
Esses índios eram altos e robustos, de pele clara, atribuído ao fato de só andarem pelo interior da selva, onde os raios solares não penetravam com tanta intensidade. Possuíam o costume de depilar totalmente o corpo raspando com uma "navalha" de taquara o cabelo da cabeça.
Viviam peregrinando pela floresta, sem casa, sem conforto e sem agasalhos. Dormiam no chão, pois não tinham conhecimento do uso da rede e conta-se que, quando chovia, procuravam refúgio na copa verdejante das árvores.
Mais sobre a Tribo Aimoré:
Além da caça, nutriam-se de frutos silvestres, que existiam em abundância pela selva imensa e da pesca.
Os aimorés divagassem pela mata não somente pela coleta, mas também pelo seu espírito guerreiro.
Na guerra dos aimorés não havia nem chefe, nem borés, nem trocanos, nem guerreiros procurando lutar frente a frente. Pelejavam rastreando pela mata, como sáurios, e armando emboscadas em pequenos grupos.
Quando caíam prisioneiros recusavam-se à comer e quase sempre morriam de inanição e talvez, também de saudade da vida liberta que levavam.
Os Aimorés, empurrados pela expansão dos colonos, se deslocaram de norte para sul, passando a ser conhecidos como botocudos, a partir do século XVIII.
OS BOTOCUDOS.
O nome Botocudo utilizado pelos colonos, para designar esses índios, advêm do uso de adornos (botoques) labiais e ouriculares que utilizavam.
Sobre o genérico nome "botocudo" eram conhecidos os índios das etnias Pojixá, Jiporok, Naknenuk, Nakrehé, Etwet, Krenak, entre outras... Os botocudos foram caçados de forma vil e cruel pelos portugueses e os únicos sobreviventes são os Krenak, que vivem hoje no norte de Minas Gerais e não usam mais os antigos botoques.
Cada grupo tinha seu modo de viver, com seus costumes particulares, mas todos eles falavam a mesma língua, mas, com alguns dialetos que eram compreendido entre os vários grupos.
Na vida religiosa, mantinham um contato constante com o mundo dos espíritos.
Os Botocudos contavam que os adornos labiais e ouriculares eram uma indicação de seu herói-cultural, chamado Marét-Khamaknian, que vivia no céu. Acreditavam que através dos seus sonhos era possível visitar o mundo dos Marét, repleto de fartura e riquezas. Por intermédio desse contato, estabeleciam seguimentos de suas vidas humanas e até mesmo previsões futuras relacionadas à comunidade, ou grupo pertencente.
O herói atendia aos pedidos da comunidade mas também enviava castigos na forma de tempestades e na morte, provocada por uma flecha invisível que atingia o coração dos índios. Marét-Khamaknian vivia com uma mulher chamada Marét-Jikki (a velha Jikki), mas o casal não se dava muito bem e suas brigas eram a explicação para as diferentes fases da lua.
O rituais religiosos eram realizados pelos mais velhos ou pelo pajé. Tinham o costume de acender fogueiras e realizar oferendas aos mortos, para que não retornassem para buscar algum membro da tribo.
Os Botocudos viviam em total harmonia com a Natureza e com seus parentes. Esse modo de ser e viver só ficou ameaçado com  povo aimore                                                                       Os principais representantes do ramo tapuia habitavam uma faixa de terra paralela ao litoral, do rio São Francisco ao cabo Frio.
Em lutas contínuas com os tupinambás e os tupiniquins foram, depois de rechaçados, obrigados a emigrar para o sertão.
Os aimorés não deram tréguas aos colonizadores das capitanias de Ilhéus e Porto Seguro.
Esses índios eram altos e robustos, de pele clara, atribuído ao fato de só andarem pelo interior da selva, onde os raios solares não penetravam com tanta intensidade. Possuíam o costume de depilar totalmente o corpo raspando com uma "navalha" de taquara o cabelo da cabeça.
Viviam peregrinando pela floresta, sem casa, sem conforto e sem agasalhos. Dormiam no chão, pois não tinham conhecimento do uso da rede e conta-se que, quando chovia, procuravam refúgio na copa verdejante das árvores.
Mais sobre a Tribo Aimoré:
Além da caça, nutriam-se de frutos silvestres, que existiam em abundância pela selva imensa e da pesca.
Os aimorés divagassem pela mata não somente pela coleta, mas também pelo seu espírito guerreiro.
Na guerra dos aimorés não havia nem chefe, nem borés, nem trocanos, nem guerreiros procurando lutar frente a frente. Pelejavam rastreando pela mata, como sáurios, e armando emboscadas em pequenos grupos.
Quando caíam prisioneiros recusavam-se à comer e quase sempre morriam de inanição e talvez, também de saudade da vida liberta que levavam.
Os Aimorés, empurrados pela expansão dos colonos, se deslocaram de norte para sul, passando a ser conhecidos como botocudos, a partir do século XVIII.
OS BOTOCUDOS.
O nome Botocudo utilizado pelos colonos, para designar esses índios, advêm do uso de adornos (botoques) labiais e ouriculares que utilizavam.
Sobre o genérico nome "botocudo" eram conhecidos os índios das etnias Pojixá, Jiporok, Naknenuk, Nakrehé, Etwet, Krenak, entre outras... Os botocudos foram caçados de forma vil e cruel pelos portugueses e os únicos sobreviventes são os Krenak, que vivem hoje no norte de Minas Gerais e não usam mais os antigos botoques.
Cada grupo tinha seu modo de viver, com seus costumes particulares, mas todos eles falavam a mesma língua, mas, com alguns dialetos que eram compreendido entre os vários grupos.
Na vida religiosa, mantinham um contato constante com o mundo dos espíritos.
Os Botocudos contavam que os adornos labiais e ouriculares eram uma indicação de seu herói-cultural, chamado Marét-Khamaknian, que vivia no céu. Acreditavam que através dos seus sonhos era possível visitar o mundo dos Marét, repleto de fartura e riquezas. Por intermédio desse contato, estabeleciam seguimentos de suas vidas humanas e até mesmo previsões futuras relacionadas à comunidade, ou grupo pertencente.
O herói atendia aos pedidos da comunidade mas também enviava castigos na forma de tempestades e na morte, provocada por uma flecha invisível que atingia o coração dos índios. Marét-Khamaknian vivia com uma mulher chamada Marét-Jikki (a velha Jikki), mas o casal não se dava muito bem e suas brigas eram a explicação para as diferentes fases da lua.
O rituais religiosos eram realizados pelos mais velhos ou pelo pajé. Tinham o costume de acender fogueiras e realizar oferendas aos mortos, para que não retornassem para buscar algum membro da tribo.
Os Botocudos viviam em total harmonia com a Natureza e com seus parentes. Esse modo de ser e viver só ficou ameaçado com a chegada dos colonos, que ocuparam a extensão do Rio Doce, em busca das minas de ouro. O embate entre os índios e os colonos ocorreu principalmente em Minas Gerais e Espírito Santo.
A partir do século XVI iniciou-se os contatos entre os portugueses e os índios do interior de Minas, Bahia e Espírito Santo. Nesse período as entradas chefiadas por Francisco Bruzza de Spinosa e de Salvador Correa de Sá encontraram os Aimorés nas proximidades dos rios Pardo, Jequitinhonha e Doce. Após o contato com o homem branco, os aimorés que sobreviveram as epidemias e as tentativas de aldeamento, fugiram embrenhando-se pelos sertões do Leste, mais precisamente para as faixas de terras que costeavam os vales dos rios Doce, Jequitinhonha e Mucuri.
Em Minas Gerais, as povoações mineradoras de Vila Rica e Mariana foram atacadas pelos aimorés que, posteriormente passaram a ser conhecidos por Botocudos de Minas.
Os Botocudos, segundos recentes investigações de DNA, são os atuais Krenak, que vivem hoje no Município de Resplendor, no Vale do Rio Doce. A população é composta de 250 indígenas, que ocupam uma área demarcada de 4.200 hectares, conquistada após anos de luta. Os ancestrais Botocudos eram ágeis guerreiros e faziam trincheiras e armadilhas e os mais jovens organizados em uma comitiva vinham à frente para proteção das mulheres, crianças e anciões.
O contato desses índios com os portugueses foi manchado de sangue e muita violência. Em 13 de maio de 1808, Dom João VI declarou a "Guerra Justa" aos Botocudos, pois, segundo ele, os indígenas estariam inviabilizando os projetos de desenvolvimento de interesses nacionais. Com base nessa tese foi criada uma política de militarização para dizimar e ocupar as terras dos Botocudos. Uma dessas divisões militares era chefiada por Teófilo Otoni (1858), a Companhia da Mucuri, que relacionou como rotinas de guerra os seguintes procedimentos:
"a) cães especialmente treinados na caça aos Botocudos, alimentados inclusive com carne de indígenas assassinados;
 bandeiras especialmente preparadas para "matar uma aldeia", assassinando-se indiscriminadamente homens, mulheres, velhos, moços, reservando-se apenas as crianças para o trafico e alguns homens para carregadores;
índios recrutados como soldados estimulados a cometerem violências contra os Botocudos, dando provas de renegar suas origens;(...)
 comércio de crianças - 1Krenak valendo uma espingarda - e de cabeças de Botocudos mortos em combate - dezesseis delas foram vendidas a um francês que disse tê-las comprado para o museu de Paris em 1846;
 índios sob o regime de trabalho escravo, espoliados de suas terras, doentes e mal alimentados;
 contaminação proposital de comunidades inteiras através de agentes patogênicos letais para o indígena - sarampo, por exemplo." (Marcato, 1979:18 apud Mattos, 1996, p.71)
Em 1823 após a Guerra Justa, houve uma tentativa de pacificação pelo francês Guido Marliére, inspetor de todas as Divisões Militares do Rio Doce. Também incentivou os casamentos entre índios e não-índios, idéia que não foi bem aceita pelos colonos. Missionários Capuchinhos foram levados à área, como outra alternativa à pacificação, mas fracassaram.
A ocupação do Vale do Rio Doce só acabou acontecendo no início do século XX, a partir da construção da estrada de ferro Vitória-Minas, pela atual Companhia Vale do Rio Doce.
Os Botocudos sobreviventes, das guerras coloniais, tiveram então que enfrentar as conseqüências da construção da estrada de ferro, que acarretou em uma diminuição ainda maior de seu povo.
a chegada dos colonos, que ocuparam a extensão do Rio Doce, em busca das minas de ouro. O embate entre os índios e os colonos ocorreu principalmente em Minas Gerais e Espírito Santo.
A partir do século XVI iniciou-se os contatos entre os portugueses e os índios do interior de Minas, Bahia e Espírito Santo. Nesse período as entradas chefiadas por Francisco Bruzza de Spinosa e de Salvador Correa de Sá encontraram os Aimorés nas proximidades dos rios Pardo, Jequitinhonha e Doce. Após o contato com o homem branco, os aimorés que sobreviveram as epidemias e as tentativas de aldeamento, fugiram embrenhando-se pelos sertões do Leste, mais precisamente para as faixas de terras que costeavam os vales dos rios Doce, Jequitinhonha e Mucuri.
Em Minas Gerais, as povoações mineradoras de Vila Rica e Mariana foram atacadas pelos aimorés que, posteriormente passaram a ser conhecidos por Botocudos de Minas.
Os Botocudos, segundos recentes investigações de DNA, são os atuais Krenak, que vivem hoje no Município de Resplendor, no Vale do Rio Doce. A população é composta de 250 indígenas, que ocupam uma área demarcada de 4.200 hectares, conquistada após anos de luta. Os ancestrais Botocudos eram ágeis guerreiros e faziam trincheiras e armadilhas e os mais jovens organizados em uma comitiva vinham à frente para proteção das mulheres, crianças e anciões.
O contato desses índios com os portugueses foi manchado de sangue e muita violência. Em 13 de maio de 1808, Dom João VI declarou a "Guerra Justa" aos Botocudos, pois, segundo ele, os indígenas estariam inviabilizando os projetos de desenvolvimento de interesses nacionais. Com base nessa tese foi criada uma política de militarização para dizimar e ocupar as terras dos Botocudos. Uma dessas divisões militares era chefiada por Teófilo Otoni (1858), a Companhia da Mucuri, que relacionou como rotinas de guerra os seguintes procedimentos:
"a) cães especialmente treinados na caça aos Botocudos, alimentados inclusive com carne de indígenas assassinados;
 bandeiras especialmente preparadas para "matar uma aldeia", assassinando-se indiscriminadamente homens, mulheres, velhos, moços, reservando-se apenas as crianças para o trafico e alguns homens para carregadores;
índios recrutados como soldados estimulados a cometerem violências contra os Botocudos, dando provas de renegar suas origens;(...)
 comércio de crianças - 1Krenak valendo uma espingarda - e de cabeças de Botocudos mortos em combate - dezesseis delas foram vendidas a um francês que disse tê-las comprado para o museu de Paris em 1846;
 índios sob o regime de trabalho escravo, espoliados de suas terras, doentes e mal alimentados;
 contaminação proposital de comunidades inteiras através de agentes patogênicos letais para o indígena - sarampo, por exemplo." (Marcato, 1979:18 apud Mattos, 1996, p.71)
Em 1823 após a Guerra Justa, houve uma tentativa de pacificação pelo francês Guido Marliére, inspetor de todas as Divisões Militares do Rio Doce. Também incentivou os casamentos entre índios e não-índios, idéia que não foi bem aceita pelos colonos. Missionários Capuchinhos foram levados à área, como outra alternativa à pacificação, mas fracassaram.
A ocupação do Vale do Rio Doce só acabou acontecendo no início do século XX, a partir da construção da estrada de ferro Vitória-Minas, pela atual Companhia Vale do Rio Doce.
Os Botocudos sobreviventes, das guerras coloniais, tiveram então que enfrentar as conseqüências da construção da estrada de ferro, que acarretou em uma diminuição ainda maior de seu povo.                                                        (GUSTAVO TOREZANI)

segunda-feira, 19 de junho de 2017

joão carlos,gabriel.nascemento



povos guarani


Antes da chegada dos portugueses ao Brasil já existiam vários grupos indígenas habitando em nosso território. Diante dessa variedade os índios brasileiros foram classificados segundo as línguas distintas, que são: Tupi, macro-jê, aruak e karib.
guarani.Muitos outros índios Guarani vivem no Paraguai, Bolívia e Argentina. O povo Guarani no Brasil está dividido em três grupos: Kaiowá, Ñandeva e M'byá, dos quais o maior é o Kaiowá, que significa 'povo da floresta'.
  
A chegada dos povos Guaranis



O povo Guarani foi um dos primeiros a serem contatados após a chegada dos europeus na América do Sul, cerca de 500 anos atrás.No Brasil, vivem atualmente cerca de 51.000 índios Guarani, em sete estados diferentes, tornando-os a etnia mais numerosa do paísNo Brasil, vivem atualmente cerca de 51.000 índios Guarani, em sete estados diferentes, tornando-os a etnia mais numerosa do país.      
Os Guarani vêm seu mundo como uma região de matas, campos e rios, como um território onde vivem segundo seu modo de ser e sua cultura milenar. Do território tradicional, historicamente ocupado pelos Guarani, que se estende por parte da Argentina, Paraguai, Bolívia e Brasil, os Guarani ocupam hoje apenas pequenas ilhasQuando da chegada dos espanhóis e portugueses na América, por volta de 1500, os Guarani já formavam um conjunto de povos com a mesma origem, falavam um mesmo idioma, haviam desenvolvido um modo de ser que mantinha viva a memória de antigas tradições e se projetavam para o futuro, praticando uma agricultura muito produtiva, a qual gerava amplos excedentes que motivavam grandes festas e a distribuição dos produtos, conforme determinava a economia de reciprocidade. Quando os europeus chegaram ao lugar que hoje é Os Guarani vêm seu mundo como uma região de matas, campos e rios, como um território onde vivem segundo seu modo de ser e sua cultura milenar. Do território tradicional, historicamente ocupado pelos Guarani, que se estende por parte da Argentina, Paraguai, Bolívia e Brasil, os Guarani ocupam hoje apenas pequenas ilhas. Seu território, o solo que se pisa, é um tekoha, o lugar físico, o espaço geográfico onde os Guarani são o que são, onde se movem e onde existem. Esses povos guardam tradições de tempos muito antigos, que trazem na memória que vão atualizando em seu cotidiano, através de seus mitos e rituais.
Assunção, no Paraguai, ficaram maravilhados com a "divina abundância" que encontraram.Os povos Guarani são muito semelhantes nos aspectos fundamentais de sua cultura e organizações sociopolíticas, porém, diferentes no modo de falar a língua guarani, de praticar sua religião e aplicar as diversas tecnologias na relação com o meio ambiente. Tais diferenças, que podem ser consideradas pequenas do ponto de vista do observador, cumprem o papel de marcadores étnicos, distinguindo comunidades políticas exclusivas. Esses grupos reconhecem a origem e proximidade histórica, lingüística e cultural e, ao mesmo tempo, diferenciam-se entre si como forma de manter suas organizações sociopolíticas e econômicas. 

AS crianças dos povos guaranis

Atualmente, os Guarani seguem vivendo onde sempre viveram, apesar de inumeráveis pressões, ameaças e mortes. Diversos grupos Guarani foram se estendendo por esta parte da América, mediante sucessivas migrações aliadas ao crescimento demográfico, que começaram há uns dois mil anos atrás e que continuam até a atualidade. No território brasileiro vivem os Mbya, Kaiowá e Guarani (ou Nhandeva). Os Guarani e Kaiowá estão em Mato Grosso do Sul.
Um dos maiores males que os Guarani têm que suportar é a invasão e destruição de sua terra, a ameaça contra seu modo de ser, a expulsão, a discriminação e o desprezo que vieram com a chegada dos "outros", dos colonos e dos fazendeiros e, mais recentemente, dos produtores de soja e de açúcarA agricultura é a principal atividade econômica guarani, mas apreciam a caça e a pesca,  praticando-as sempre que possível. Realizam uma economia de subsistência, marcada pela distribuição e redistribuição dos bens produzidos e na qual relações de produção econômica, seja qual for a atividade, são pautadas por vínculos sociais definidos pelo parentesco. A “propriedade” (uso exclusivo) das roças e o consumo dos produtos é da família elementar, depois do nascimento dos filhos do casal, o que não exclui distribuição de bens produzidos ou adquiridos, serviços nas roças do sogro e a realização de mutirões dentro dos grupos macro familiares.





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segunda-feira, 29 de maio de 2017

o povo indígena

O povo indígena

              há povos indígina em quase todo o canto do brasil.Po aqui,
    boa parte da população indígena  vive em áreas chamadas de terras indígenas.Existem hoje apenas 690 indígenas no país.

             Em quase todo estados   brasileiros existem  terras indígenas reconhecidas - exceto no Piauí e no riu grande do norte.Mais o índios   vivem apenas nas terras indígenas


    Para os índios, o lugar em que se vive não é apenas um cenário, é um território: um espaço totalmente conectado com um jeito tradicional de estar no mundo, conectado com suas culturas. Por isso, cada povo tem um jeito de explicar seus modos próprios de ocupar um território.

Embora cada nação indígena possua sua própria cultura com hábitos e costumes próprios, existem alguns constumes que são comuns a praticamente todos os povos indígenas brasileiros. São estes que relacionamos abaixo:

- Os índios brasileiros se alimentam exclusivamente de alimentos retirados da natureza (peixes, carnes de animais, frutos, legumes, tubérculos);

- Costumam tomar banho vários vezes por dia em rios, lagos e riachos;

- Os homens saem para caçar em grupos;

- Fazem cerimônias e rituais com muita dança e música. Costumam pintar o corpo nestes eventos.

- Desde pequenas as crianças são treinadas para as atividades que deverão desempenhar na vida adulta;

- Realizam rituais de passagem entre a fase de criança e a adulta;

- Moram em habitações feitas de elementos da natureza (troncos e galhos de árvores, palhas, folhas secas, barro);

- Fazem objetos de arte (potes e vasos de cerâmica, máscaras, colares) com materiais da natureza.  Esta atividade é desempenhada pelas mulheres das tribos;

- Tratam as doenças com ervas da natureza e costumam realizar rituais de cura, dirigidas por um pajé;

- Possuem o costume de dividir quase tudo que possuem, principalmente os alimentos;

- Possuem uma religião baseada na existência de forças e espíritos da natureza.

- A arma mais conhecida dos indígenas brasileiros é o arco e a flecha. Porém, eles fazem e usam outros tipos de armas como, por exemplo, o chuço (madeira com ponta de ferro afiada), a borduna (porrete de madeira) e a zarabatana (tubos feitos de bambu que servem para atirar setas através do sopro)

aryane paula e allyce 7v01 prof:rodrigo


                                   Povos indígenas     Nome:Eduarda meneguelli mileni vitoria
 
Em pleno século XXI a grande maioria dos brasileiros ignora a imensa diversidade de povos indígenas que vivem no país. Estima-se que, na época da chegada dos europeus, fossem mais de 1.000 povos, somando entre 2 e 4 milhões de pessoas. Atualmente encontramos no território brasileiro 253 povos falantes de mais de 150 linguas diferentes.
Os povos indígenas somam, segundo o Censo IBGE 2010, 896.917 pessoas. Destes, 324.834 vivem em cidades e 572.083 em áreas rurais, o que corresponde aproximadamente a 0,47% da população total do país.
A maior parte dessa população distribui-se por milhares de aldeias, situadas no interior de 704 Terras, de norte a sul do território nacional.
                                              

                             
A expressão genérica povos indígenas refere-se a grupos humanos espalhados por todo o mundo, e que são bastante diferentes entre si. É apenas o uso corrente da linguagem que faz com que, em nosso país e em outros, fale-se em povos indígenas, ao passo que, na Austrália, por exemplo, a forma genérica para designá-los seja aborígines.
Indígena ou aborígine, como ensina o dicionário, quer dizer "originário de determinado país, região ou localidade; nativo". Aliás, nativos e autóctones são outras expressões usadas, ao redor do mundo, para denominar esses povos.
O que todos os povos indígenas têm em comum? Antes de tudo, o fato de cada qual se identificar como uma coletividade específica, distinta de outras com as quais convive e, principalmente, do conjunto da sociedade nacional na qual está inserida.


Índios, Ameríndios

Genericamente, os povos indígenas que vivem não apenas em nosso país, mas em todo o continente americano, são também chamados de índios. Essa palavra é fruto do equívoco histórico dos primeiros colonizadores que, tendo chegado às Américas, julgaram estar na Índia.
Apesar do erro, o uso continuado - até mesmo por parte dos próprios índios - faz da palavra, no Brasil de hoje, um sinônimo de indivíduo indígena.
Como há certas semelhanças que unem os índios das Américas do Norte, Central e do Sul, há quem prefira chamá-los, todos, de ameríndios. Os índios ou ameríndios são, então, os povos indígenas das Américas.

Em décadas passadas, uma outra palavra era bastante usada no Brasil para designar genericamente os índios: silvícolas ("quem nasce ou vive nas selvas"). O termo é totalmente inadequado, porque o que faz de alguém indígena não é o fato de viver ou ter nascido na "selva".


Povo indígena Aikanãs

                              Aikanãs


       Onde vivem Atualmente e onde viviam
                seus ancestrais

Os Aikanãs vivem no estado de Rondônia,na bacia do rio Guaporé.Suas três aldeias fazem parte da terra indígena tubarão-latundê,localizado a 100 quilómetros da cidade mais próxima Vilhena.
         Segundo informações dados pelos proprio povo Aikanãs até a época de sua transferençia eles abitavam ricas terras das proximidades do Tanaru um dos rios menores da sua regiao,a oeste do rio Pimenta Bueno.
    Em 1973 a maioria se mudaram para terras piores na sua posição atual, mas depois uma pequena aldeia de Latundê foi descoberta na terra. A maioria pegaram sarampo e morreram e atualmente 20 vivem na aldeia de Barroso (Anonby 2009.6). O antropólogo van de Voort vivia entre os Aikanã e Kwazá por 14 meses entre 1995 e 1998, fazendo uma descrição linguística e textos da língua Kwará (Anonby 2009.6). Os índios entre si mesmos criaram a "Associação Massaká dos Povos Indígenas Aikanã, Latundê e Kwazá" (MASSAKÁ)‚ em 1996.

             Língua E Custumes/cultura

Aikanâ uma lingua isolada um dileto:Massaká e falando do rio de ouro e dileto tubarao na aldeia gleba e os que faram tubarao considera ser correto e nao dao reconhecimento do dileto Massaká.O custume do povo Aikanã não e muito diferente dos outros povos indígenas,eles pitam seu corpo em rituais,a maioria de seus alimentos são peixes, mariscos e bichos da mata,os homens são os que saiem para caçar em quanto as mulheres,ficam em suas "casas" fazendo a comida criando bijuterias e vestimentas.

 Como se relacionam com os povos não
                           Indígena

 Os primeiros contatos com povos nao indigenas foi no inicio do ano de 1940.Eles são muito diferentes dos outros povo não indígenas então nem sempre tem uma relação muito boa, as vezes uns mal entendidos e algumas discursões mas nada,tão grave.

   Quais problemas enfrentam atualmente

Não são problemas tão grandes que eles enfrentam mais incomodam   eles mesmo assim como a poluição no seu rio principal isso muitas vezes deixam eles sem água para suas necessidades. Outro problemas são algumas pessoas e fazendeiros que as vezes, colocam fogo em matas perto de suas terras,coisa que encomoda bastante os Aikanãs.


AUTORES:
 Sara Morozesky lorenzon
 Hedmila Martins                                    
 Guilherme Araujo Theodoro
 Eduarda Ribeiro 
                                    Resultado de imagem para aikanas povo indigena
                                         Os Tupi-Guarani e outros povos

Quando os portugueses chegaram á América , em 1500 existia atual territorio brasileiro um grande quantidade de sociedade indigenas.  Muitos estudiosos acreditam que naquela epoca vivam aqui mais de mil povos diferentes. Os números  não são precisos , ,as estima-se que essa população poderia chegar a 5 milhões de habitantes.  De acordo com as línguas que falam, esses individuos podem ser divididos em dois grandes grupos : os Macro-Jê grupo linguístico que incluía povos como os Bororo e os Karajá - eos Tupi-Guarani - grupo formado por povos como os Guarani os Tupinamba  os carijó


os Guarani ocupavam as bacias dos rios parna , Paraguai,Uruguai e o litoral , desde a loga dos patos até cananeia .os Tupinamba dominavam a costa desde iguape até o ceara e os vales dos rios que desaguam no mar . no interior, a fronteira ficava entre os rios tiete e paranapanema.


o povo guarani foi um dos primeiros a serem contatados após  a chegada dos europeus na america do sul , cerca de 500 anos atrás 


no Brasil,vivem atualmente cerca de 51.000 indios guarni em sete estados diferentes tornando os a etia mais nemeros d pais muitos outros indios guarani vivem no paraguai bolivia e divido em tres grupos kaiowa nandeva e mbya , dos quais o maior e o kaiowa , que significa povo da floresta